terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Feliz Ano Novo

Feliz Ano Novo                                                            

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Portugueses vão pagar taxas pelos leitores de MP3, pens USB e telemóveis

A Lei n.º 62/98 vai ser atualizada, a fim de permitir a aplicação de uma taxa na compra de equipamentos que reproduzem música e vídeo. Leitores de MP3, telefones, discos rígidos e pensUSB podem vir a pagar taxa.

Portugueses vão pagar taxas pelos leitores de MP3, pens USB e telemóveis

Hoje, a lei prevê o pagamento de uma taxa marginal aquando da compra de discos, leitores e reprodutores de DVD e CD. Mas é provável que a mesma taxa se estenda durante 2011 aos leitores de MP3, pens USB, telemóveis, discos rígidos - e ainda leitores e gravadores de CD e DVD que ficaram de fora de uma primeira atualização da lei 62/98 que foi introduzida em 2004.
A Exame Informática sabe que está a ser ultimado um documento que deverá servir de base a uma futura proposta de lei do Governo.
A atualização da lei tem em vista criar compensações financeiras das cópias realizadas, a título privado, com novos suportes digitais que, entretanto, se tornaram tão ou mais populares que os discos de CD e DVD.
O leque de equipamentos abrangido pela atualização da lei ainda está sujeito ao debate político e à análise do Governo, mas tudo indica que o modelo espanhol sirva de referência.
Em Espanha, a legislação local já prevê a aplicação de taxas de 12 euros a discos rígidos; de 1,10 euros a telemóveis com leitores de MP3; 3,15 euros para um leitor especializado em MP3; e 0,30 euros para uma pen USB.
Em Portugal, deverão ser propostas taxas inferiores, que têm em conta o poder de compra local, mas o leque de equipamentos abrangidos pelas taxas não deverá ser muito diferente - tudo depende da vontade política do Governo e, tendo em conta o atual panorama político, dos partidos da oposição.
Uma coisa é certa: a atualização da lei consta do programa do atual Governo e é apontada como a principal medida concreta para a área da cultura.
Atualmente, já são cobradas taxas entre 0,13 e 1,00 euros nos vários formatos de discos de CD e DVD. Essas verbas são encaminhadas para a Associação para a Gestão da Cópia Privada (AGECOP) que redistribui os valores por autores, produtores e editoras de música, vídeo ou software.
A lei 62/98 diz respeito ao Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos e apenas estipula as compensações relativas às cópias privadas com suportes analógicos ou digitais.
A partilha de cópias ilegais na Internet não está contemplada nesta lei uma vez que não são consideradas cópias para consumo privado.


***Este texto foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico***

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Manuel Alegre | Notícias 05




Manuel Alegre | Notícias 03
 
 

Não serei neutro relativamente à necessidade de a Justiça reassumir com autoridade e prestígio a sua função de pilar essencial do funcionamento do estado de Direito.
Manuel Alegre


facebook


 






DIZ-SE...



 



"Precisamos de um presidente que saiba incutir confiança no futuro de Portugal: Manuel Alegre."
Ana Gomes, Eurodeputada

"Manuel Alegre é um defensor da liberdade."
Toni, ex-jogador internacional e treinador de futebol




VÍDEOS DE APOIANTES






Carlos Alberto Moniz
Músico 

Manuel Alegre | Notícias 04



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MANUEL ALEGRE NO YOUTUBE

Um resumo em imagens de uma campanha viva e solidária

Manuel Alegre no Mercado da Ribeira: Quero ser o Presidente da mudança e da esperança
 

 

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Veja a campanha em imagens no Facebook

 

CONTRATO PRESIDENCIAL

Contrato Presidencial

 
 
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Manuel Alegre na apresentação do Contrato Presidencial

 

Esta é uma hora de unir, de somar e de mobilizar

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  Esta é uma hora de unir, de somar e de mobilizar  
 

"Não sou só eu que me candidato. Somos todos nós, os que acreditamos nos valores da liberdade, da justiça social e da solidariedade; todos nós, os que queremos uma democracia melhor; todos nós, os que dentro de partidos ou fora deles queremos uma nova esperança para Portugal. Dirijo-me às mulheres, aos homens e aos jovens do meu país, aos independentes e membros dos movimentos cívicos que estão na génese da minha candidatura, dirijo-me aos meus camaradas do Partido Socialista, dirijo-me aos companheiros do Bloco de Esquerda e da Renovação Comunista, dirijo-me a todos os que se reclamam da Doutrina Social da Igreja e a todos os portugueses e portuguesas que estão descontentes e querem dar a volta à política para construir uma sociedade mais justa e mais humanista: esta é uma hora de unir,de somar e de mobilizar."

 
 

Veja o Contrato Presidencial

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Apresentação da Comissão de Honra

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  Apresentação da Comissão de Honra  
 

Coube a Maria de Belém, mandatária nacional, fazer a apresentação da Comissão de Honra. Também Jorge Sampaio, ex-Presidente da República, usou da palavra e, num registo afectivo e bem humorado, explicou as razões que o levam a apoiar a Manuel Alegre, num momento de tão grave crise nacional.

 
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Manuel Alegre está no Facebook!

 
 

Manuel Alegre está no Facebook!Na página, que conta já com cerca de dez mil subscritores, Manuel Alegre conta com apoiantes e amigos da candidatura. Subscreve a página e convida amigos para aderir em http://www.facebook.com/manuelalegre2011.

 
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A opinião de Jacinto Lucas Pires

 

Se queremos um país novo

 
  A opinião de Jacinto Lucas Pires  
 

Para pôr Portugal no futuro, temos de voltar às ideias que sonham e às palavras que transformam, e fazer da política aquilo que ela é: a viva possibilidade de um sempre-começo.

 
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Anda tudo lelé da cuca?

Este ano, a Maria não vai dar prenda de Natal ao Aníbal. Fiquei tão intrigado com isto que até me passaram duas explicações pela cabeça enquanto viajava do título de 1.ª página do JN até à pág. 20 da Notícias Magazine, onde estava a notícia.
Será que ela ainda está chateada por o homem ter promulgado o casamento gay? A este primeiro pensamento sucedeu um outro. Na campanha para as presidenciais, em que tem a reeleição garantida mesmo que repita a graçola de encher a boca de bolo-rei, Cavaco respondeu que até tinha ficha na PIDE, quando Alegre puxou dos galões de antifascista .
Vai-se a ver e a ficha da PIDE não passa de respostas anódinas a um questionário de rotina, em que a única curiosidade reside em saber que ele achou por bem acautelar que não privava com Maria Mendes Vieira, com quem o sogro se casara em segundas núpcias.
Mas não. Não é por causa do casamento gay nem por o marido não ter engraçado com a madrasta dela que Maria não lhe dá prenda. O motivo é a contenção. Este ano, no Possolo, os adultos ficam a seco e são aconselhados a mandar o dinheiro das prendas para uma instituição de solidariedade social.
Fiquei horrorizado com esta atitude miserabilista. Aníbal e Maria têm uma vida bonita, os filhos estão criados, não devem ao banco, já não têm aplicações nem acções do BPN, e entre reformas e vencimento ganham uns bons 15 mil euros limpos todos os meses. Chega para prendas e sobra para ser solidário. E, já agora, permitam-me um reparo a Maria: o bem deve praticar-se em silêncio e é preciso ter muito cuidado a distinguir a filantropia da responsabilidade social da bolorenta caridade do bodo aos pobres.
Dias depois, reparei que Passos Coelho foi contaminado pelo miserabilismo natalício da primeira dama e anunciou que só a mais nova das suas quatro filhas vai ter prenda no Natal. Já começo a acreditar no estudo da OMS que diz que um em cada cinco portugueses sofre de perturbações mentais - só estou preocupado pelos lugares ocupados pelos lelés da cuca...
"Um dos riscos da actual crise é que as pessoas deixem de gastar e isso seria muito mau." Peço a Maria e Pedro para que, antes de abrirem mais a boca, reflictam nesta frase sábia dita por Vítor Bento, o economista que Aníbal nomeou para o Conselho de Estado, em substituição do seu antigo amigo Dias Loureiro.
No entretanto, fico a pensar se perco o amor a uns 40 euros e ainda hoje vou à Fnac comprar prendas para Cavaco (Utopia, de Thomas Moore, ou A Morte em Veneza, de Thomas Mann) e Passos Coelho - talvez O Ser e o Nada, de Sartre, porque aquele de que ele gosta muito (A Fenomenologia do Ser) e até leu antes de Kafka vai ser muito difícil de encontrar, porque não existe.
 
JORGE FIEL

publicado a 2010-12-23 às 01:00

Feliz Natal

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Consumo Humano de Biomassa

Euro/Crise: Luxemburgo adverte Berlim e Paris - Há "pequenos" que têm dignidade...

Euro/Crise: Luxemburgo adverte Berlim e Paris
 
O ministro dos negócios estrangeiros do Luxemburgo advertiu hoje, em declarações ao Die Welt, a Alemanha e a França contra «atitudes de superioridade e arrogância para demonstrar poder» perante os outros países da União Europeia.
 

«A linha de rumo da União não pode ser ditada pelos grandes países», advertiu Jean Asselborn. «O que me incomoda são as atitudes teatrais que a Alemanha e a França têm adotado antes de cimeiras europeias, para depois chegarem a Bruxelas e dizerem que resolveram os problemas e fizeram a Europa avançar«, sublinhou o chefe da diplomacia luxemburguesa.

Diário Digital / Lusa
Copyright Diário Digital 1999/2010

sábado, 4 de dezembro de 2010

A Inconstitucionalidade Também Depende...

O mais alto Magistrado do País, o senhor Presidente da República, disse que a redução do salário dos funcionários do Estado equivale, para efeitos de aplicação da Constituição, a um aumento dos impostos. Argumentava contra as medidas de excepção, adoptadas pelo Governo Regional dos Açores, relativamente a essa redução de salário. Com efeito, para ele essas medidas de excepção seriam inconstitucionais, por ser ilegítima uma distinção, em função do local de residência, da taxa de IRS a aplicar aos rendimentos de trabalho.
Finalmente, alguém diz a verdade. Só que não a diz toda: é que se essa redução de salário equivale, para a Constituição, a um aumento de IRS, então ou é aplicável a todos os rendimentos do trabalho, ou a nenhum. Aplicada somente aos funcionários do Estado, é forçosamente inconstitucional, nem mais nem menos do que as medidas "compensatórias" do Governo Regional dos Açores.
Só que esta conclusão inevitável dói como tudo... E então é melhor alimentar a estupidez nacionalizada de que se fazem arautos os politólogos e quejandos que enxameiam nos meios de comunicação.
Em todo o caso, o recurso a medidas de excepção tem sempre duas origens, frequentemente associadas:
  1. Uma visão diferente da realidade que têm os decisores mais próximos dela, da realidade social concreta;
  2. O facto de a medida geral ser sentida como injusta.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Caridade, Hipocrisia e Salário Mínimo

Discute-se, agora, o aumento de 25 euros no salário mínimo. Uma verdadeira fortuna que, pelos vistos, poderá atirar milhares e milhares de pessoas para o desemprego, agravando perigosamente a crise financeira e económica do país, porventura levando-o mesmo à bancarrota e seguramente criando muitas dúvidas nos mercados, a respeito da capacidade de Portugal para ultrapassar as suas dificuldades.
Entretanto, para compensar, organizam-se campanhas de ajuda caritativa aos desgraçados dos pobrezinhos: salvam-se o país e as almas.
Convém então que, para salvaguarda do país e das almas, o salário mínimo se mantenha num limiar que garanta que os trabalhadores permanecem numa situação de quase indigência. Embora essa indigência aumente as despesas do Estado, com todo o tipo de abonos e subsídios que ela acarreta, este não é problema que, com alguma tenacidade, não se consiga resolver. Com efeito, os empresáios, politólogos (atenção a este novo tipo de fauna televisiva) não deixarão de inundar os meios de comunicação com o apelo para o emagrecimento do Estado, em nome da salvação nacional. Os subsídios e outros abonos baixarão inevitavelmente ou desaparecerão mesmo.
Os ditos privados pagarão uma miséria de salário, o Estado não intervém nem ajuda porque não pode engordar e o país finalmente "faz o trabalho de casa" e entra numa via de progresso imparável.
Criam-se empresas privadas, solidárias,  de caridade que não deixem os trabalhadores morrer à fome e montam-se quiosques para recolha de alimentos, oferecidos por trabalhadores pobres a essas empresas que se encarregarão de os redistribuir pelos pobres trabalhadores. Deste modo, as grandes superfícies verão asseguradas algumas compensações à diminuição do consumo, o rendimento dos pobres será redistribuído entre eles, sem perturbar os investidores e a sua nobre missão de acumular capital não partilhável sem lucro.
E o mundo ficará maravilhado: Portugal passa a ser um modelo de desenvolvimento e felicidade.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Os Ditadorzercos não me Enganam: Sempre Foram Submissos e Medíocres

Economistas, políticos, etc. que defendem a suspensão da democracia, por via da intervenção do FMI, são de facto muito pouco capazes de ter uma visão ampla dos problemas e do seu mundo. Olham para tudo com palas nos olhos.
O seu argumento, o melhor de todos, é o de que as pressões dos credores são um dado, não um problema. Por isso, não há que discutir mais sobre o assunto, mas aceitar essas pressões, porque não adianta enunciar um problema que não somos capazes de resolver.
Ainda há quem fale numa geração rasca, referindo-se à juventude formada pelas nossas escolas. Na verdade, não faz mais essa juventude do que aprender (muito bem) com estes garbosos comentadores que quotidianamente intoxicam os nossos meios de comunicação.
Alguns deles parecem-me senis, outros estão claramente num mundo em que é mais importante as contas que fazem do que a realidade. São platónicos mal amanhados, cheios de escamas e com cheiro a fora do prazo.
Alegremente saúdam o retorno à época em que os Estados, porque não eram competentes, se subordinavam aos mercados. A competência agora é assumir essa subordinação como inevitável, isto é, voltar ao século XIX e aos princípios do século XX.
Vivemos, com efeito, um momento de crise muito complexa, mas o mais preocupante é a forma como se dá insistentemente voz a pessoas sem imaginação, sem criatividade, sem vontade de olhar para a complexidade, com uma tendência mórbida para a desgraça e para o mais abjecto conformismo, renomeado de realismo ou, pior, muito pior ainda, de competência.
Valha-nos o Reitor celeste da Universidade, muito terrestre, em que alguns leccionam.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Educação Inclusiva

Fundamentacao Filosófica Da Educacao Especial

Les failles de l'économie portugaise

LEMONDE.FR | 24.11.10 | 16h31  •  Mis à jour le 24.11.10 | 19h03



Pour le premier ministre portugais, José Socrates, le Portugal "n'a besoin d'aucune aide".
Pour le premier ministre portugais, José Socrates, le Portugal "n'a besoin d'aucune aide".REUTERS/RAFAEL MARCHANTE

Le sort de l'Irlande à peine scellé, les observateurs de la zone euro ont tourné les yeux vers le Sud. Le Portugal est désigné comme le successeur le plus probable de l'Eire dans la liste des bénéficiaires d'un plan de soutien européen. Ses faiblesses sont pourtant bien différentes de celles qui ont mis le Tigre celtique à terre. Le Portugal est victime d'une mauvaise gestion des comptes publics et d'une croissance en berne, une situation qui se rapproche plutôt du cas grec.
UNE ÉCONOMIE QUI MANQUE DE DYNAMISME

Comme l'explique Céline Antonin, économiste à l'Observatoire français des conjonctures économiques (OFCE), le Portugal et la Grèce "ont en commun d'importants problèmes structurels datant d'avant la crise : un fort endettement des ménages – le taux d'épargne au Portugal est le deuxième plus faible de la zone euro après la Grèce –, une baisse de compétitivité, une stagnation de la consommation intérieure..." A ces difficultés s'ajoutent, pour le Portugal en particulier, une croissance qui n'a jamais décollé : 1,3 % par an entre 2000 et 2008, contre 3,9 % pour la Grèce et 5 % pour l'Irlande.
Contrairement à l'Irlande, qui a su attirer des industries de haute technologie avec des moyens contestés – une fiscalité sur les entreprises très basse, parfois considérée comme de la concurrence déloyale –, l'économie portugaise repose sur des secteurs peu porteurs. Son industrie textile, notamment, a beaucoup souffert de la concurrence asiatique. Le Portugal a vu ses exportations chuter au cours des années, ce qui a pesé sur sa croissance et sur les efforts faits pour assainir ses finances publiques. Point positif : son secteur bancaire n'est pas en difficulté.
Le pays, accusé comme la Grèce d'avoir trop dépensé ces dernières années pour soutenir sa consommation intérieure, a fait preuve, sous la pression de l'Europe, de bonne volonté dans les années 2000 pour réduire son déficit. Mais ses efforts ont été handicapés par une croissance faible, et le déficit portugais reste à un niveau très élevé, à 7,3 % du PIB en 2010.

DES COMPTES PUBLICS DANS LE ROUGE
Lorsque la crise est arrivée, le Portugal avait peu de marge de manœuvre. "Beaucoup de pays ont mis en place des politiques de relance. Au Portugal, la relance a été tardive et limitée, car il était difficile de creuser davantage la dette," explique Céline Antonin. Le PIB a reculé de 2,5 % en 2009, plombant encore la situation budgétaire du pays.
Le gouvernement du socialiste José Socrates s'est engagé à ramener le déficit à 4,6 % du PIB l'an prochain, et ne ménage pas ses efforts pour rassurer les marchés. Il a décidé début septembre des mesures de rigueur drastiques, qui devraient être définitivement approuvées lors du vote du budget, vendredi 26 novembre.
L'attitude des autorités portugaises est vue par ses partenaires comme un point positif pour le pays. "Le Portugal ne montre pas de laxisme budgétaire, il y a au moins des signes de bonne volonté, explique Céline Antonin. L'objectif [de la rigueur] est à plus long terme, à l'horizon 2013. Mais ces mesures restrictives auront un prix pour la population..."

Une grève générale était organisée au Portugal, mercredi 24 novembre, contre la politique d'austérité économique.
Une grève générale était organisée au Portugal, mercredi 24 novembre, contre la politique d'austérité économique.REUTERS/JOSE MANUEL RIBEIRO

L'AUSTÉRITÉ SANS CERTITUDE

Hausse de deux points de la TVA à 23 %, gel des retraites, baisse des salaires des fonctionnaires, plafonnement des aides sociales... Les mesures devraient provoquer dans un premier temps, selon le gouvernement portugais, un ralentissement de la croissance l'an prochain à 0,2 % et une hausse du chômage prévue à 10,8 %
Malheureusement pour le gouvernement, qui s'est aliéné une grande partie de la population, il n'est pas certain que ces mesures impopulaires atteignent leur objectif : rassurer les marchés et éviter un destin à l'irlandaise. "Personne ne prend de telles décisions de gaieté de cœur", a répété ces dernières semaines le chef du gouvernement. Mais, a-t-il insisté, "c'est la seule façon de protéger le pays contre la turbulence des marchés financiers".
"Sur le coup on pensait que ça rassurerait les marchés, mais ça n'a pas vraiment fonctionné, constate l'économiste de l'OFCE. "Quand on regarde les taux obligataires, on n'est pas très loin des taux irlandais." Le Portugal espérait que l'annonce officielle, dimanche, du plan de sauvetage à Dublin allait lui offrir un peu de répit, en rassurant les marchés sur d'éventuels risques de contagion. La tendance observée en début de semaine était plutôt pessimiste à cet égard : le taux d'intérêt à 10 ans pour les bons du Trésor portugais a grimpé lundi malgré l'accord de l'Irlande, et a encore augmenté mercredi, dépassant les 7 %.
Mercredi, les Portugais se sont massivement mobilisés à l'appel des syndicats pour protester contre l'austérité, mais José Socrates, à la tête d'un gouvernement socialiste minoritaire, a annoncé qu'il ne céderait pas. Espérant ne pas connaître le même sort que son homologue irlandais, qui fait les frais du plan de sauvegarde, le premier ministre a réaffirmé mardi que "le budget qui va être approuvé vendredi défend l'emploi et l'économie".
Marion Solletty

Les Européens n'ont pas "suggéré" un plan d'aide au Portugal

LEMONDE.FR avec AFP | 26.11.10 | 12h36  •  Mis à jour le 26.11.10 | 13h32

 
Les Européens n'ont pas "suggéré" au Portugal qu'il demande un plan d'aide comme vient de le faire l'Irlande, a déclaré, vendredi 26 novembre, à Paris, Jose Manuel Barroso, président de la Commission européenne, également très critique à l'endroit de certains dirigeants européens.
"Un plan d'aide pour ce pays n'a été ni demandé ni nous ne lui avons suggéré", a déclaré M. Barroso devant la presse. "Je crois qu'un des problèmes que nous avons eus récemment, c'est qu'il y a des responsables politiques qui font chaque jour des commentaires au lieu de prendre des décisions", a-t-il ajouté, sans préciser quel dirigeant il visait en particulier.
L'Allemagne a été accusée de jeter de l'huile sur le feu ces derniers jours. Son ministre des finances, Wolfgang Schäuble, s'est montré le plus alarmiste mardi dernier en estimant que "l'avenir de notre monnaie unique" était "en jeu", tandis que la chancelière Angela Merkel a parlé de "situation extrêmement sérieuse" pour la zone euro.
Le gouvernement portugais a également démenti de son côté "toute pression" de la Banque centrale européenne (BCE) et de plusieurs pays de la zone euro pour qu'il sollicite une aide financière, qualifiant les informations publiées par le Financial Times Deutschland de "totalement fausses".
Le ministère des finances allemand a également démenti faire pression sur le Portugal pour qu'il sollicite à son tour une aide internationale, un porte-parole affirmant que ce n'était "pas du tout la position de la maison". La Banque centrale européenne et une majorité de pays de la zone euro font pression sur le gouvernement portugais pour qu'il sollicite à son tour une aide de l'UE et du FMI, affirme le Financial Times Deutschland dans son édition de vendredi.
Eclairage Les failles de l'économie portugaise

Manuel Alegre | Notícias 02




Manuel Alegre | Notícias 02
 
 
As próximas eleições presidenciais convocam-nos a todos, porque em democracia somos todos somos chamados a construir, permanentemente, esta grande nação que é Portugal.
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"Manuel Alegre é um homem de causas e com uma grande capacidade de palavra, necessária para unir os portugueses e dar-lhes um sentido de futuro."
Jorge Sampaio
Ex-Presidente da República
"Os portugueses têm aqui um homem em quem confiar."
Toni
Treinador de Futebol

António Arnaut
Fundador do Serviço Nacional de Saúde, poeta, ficcionista, ensaísta, advogado e político português.

António Arnaut
Porquê apoiar Manuel Alegre?
Por razões de consciência. Por ser o candidato apoiado pelo meu partido, o PS. Por ser um homem de cultura, mas sobretudo por ter uma concepção da pátria muito semelhante à minha, isto é, a pátria é o povo, é a história, é a língua, é a cultura, e é sobretudo um sonho, uma promessa de futuro.

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MULTIMÉDIA

 
  Manuel Alegre no mercado do Bolhão  
 
  Estamos aqui para riscar a palavra fatalidade do nosso vocabulário político  
     
 
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Com as comunidades portuguesas

 

Manuel Alegre em visita a França

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  Manuel Alegre em visita a França  
 

A visita inicia-se nesta sexta com uma recepção na Câmara de Paris, recebido pelo Presidente Bertrand Delanoe. Seguidamente esperam-no duas recepções, na sede do PS Francês,  recebido por Harlem Désir, e na Embaixada de Portugal. Segue-se um encontro com Lionel Jospin e um jantar com a estrutura de campanha em França. A visita prolonga-se até Domingo, passando por Paris, Bordéus e Pontault Combault.

 
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Manuel Alegre nas Caldas da Rainha

 

Há um muro de silêncio à volta das eleições presidenciais

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  Há um muro de silêncio à volta das eleições presidenciais  
 

"Há um muro de silêncio à volta das eleições presidenciais. É evidente que isto interessa à direita e ao candidato Cavaco Silva, que não gosta de campanha nem de perguntas incómodas ou debate. Mas a democracia é ela própria uma incomodidade".

 
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Manuel Alegre recebido por uma multidão no mercado do Bolhão no Porto

 

Vendedores agradeceram o apoio pela manutenção do mercado

 
  Vendedores agradeceram o apoio pela manutenção do mercado  
 

Manuel Alegre recebido com elogios e palavras de gratidão pelos vendedores do mercado do Bolhão, no Porto, considerando que, se não fosse o candidato, aquele espaço estaria, certamente, fechado.

 
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Manuel Alegre com agentes da cultura do Porto

 

A política tem que ter uma dimensão cultural

 
  A política tem que ter uma dimensão cultural  
 

A visita de Manuel Alegre exaltou esta manhã o pacato Lugar de Centeeiras, uma aldeia com 32 habitantes perdida entre as serras transmontanas de Torre de Moncorvo, onde ganhou em 2006 com 50% dos votos. Porque é "dever de um candidato a Presidente ir a todos os sítios de Portugal, por mais longe que sejam, por menos gente que tenham", afirmou.

 
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

FMI Propõe Cura HOMEOPÁTICA para a Crise

O FMI reconheceu, agora, que a raiz da crise financeira e económica do mundo ocidental está no aumento das desigualdades de rendimentos (chegou tarde, mas chegou). Diz mesmo que o aumento do fosso entre os mais ricos e os mais pobres é o principal responsável pela crise actual.
Pois bem, e que propõe o FMI para resolver a crise?
Que o fosso entre ricos e pobres aumente um pouco mais. Verdadeira cura omeopática. O veneno que mata é o veneno que cura. É só preciso saber dosear as coisas.
Esta cura homeopática deve ser aplicada às pessoas, tomadas individualmente, por exemplo, reduzindo as indemnizações por despedimento sem justa causa, como recentemente propôs que Portugal fizesse, e também aos países. Por isso, convém que as empresas, de países com maior capacidade financeira, como as alemãs, se financiem no mercado a 2%, e as empresas de países mais pobres, como as portuguesas, só consigam obter o mesmo financiamento a 7% ou mais.
Foram sobretudo os bancos alemães que se envolveram em investimentos de risco? É verdade. Mas isso agora não interessa nada. São eles também que arriscaram a financiar os submarinos que a Grécia e Portugal compraram. Chegou, portanto, a altura de compensar os prejuízos da sua má gestão, fazendo aumentar as taxas de juro a países, que se saiba, não deixaram de cumprir com as suas obrigações de dívida.
Assim se entende que, apesar de haver mais oferta de crédito do que procura, as leis do mercado tenham sido alteradas para que passasse a ser possível alterar as relações habituais entre oferta e procura, pelo menos no que diz respeito ao crédito financeiro.
Agora, graças a esta medicina homeopática, quanto maior for a oferta maior é também o preço do dinheiro. A procura até pode diminuir. O preço do dinheiro é que tem de aumentar.
Assim, sim.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Comentadores... Fazedores de mentes? Partilha de mentes? ou Mentes?

Marcelo Rebelo de Sousa esclareceu ainda, em declarações ao "Bomdia", que não se candidatou "a líder do PSD porque Passos Coelho tinha apoios de todos os lados, incluindo o de Sócrates, que não via mal - nessa altura - em fazer um bloco central com ele. Entretanto as coisas mudaram". Ao i, o comentador reforçou a ideia de que "Sócrates sonhava fazer um bloco central com o actual líder do PSD e, por isso, ambicionava que Passos Coelho vencesse as directas. Achava que era uma pessoa mais ajustável do que Paulo Rangel, por exemplo". "A realidade mostrou que não tinha razão", concluiu.

Rapidez da Justiça e outras Cenas

Um cidadão (por acaso de origem africana) foi condenado sem ser ouvido por um tribunal de Gaia. Depois de preso, ficou a saber-se que era inocente.

Timor Leste decidiu que 90% dos dividendos, que reparte com a Austrália, da exploração de petróleo seriam destinados à constituição de um fundo para garantia futura do Estado. Está, portanto, em condições de comprar dívida soberana a Portugal e já se mostrou disponível para isso.

O valor das indemnizações aos trabalhadores por motivos de despedimento com ou sem justa causa terá de ser reduzido em Portugal, defendem técnicos do Fundo Monetário Internacional (FMI). Esta proposta é, em si, uma novidade face ao último relatório do artigo IV, publicado em Janeiro deste ano. Nesse longo relatório, o FMI sugeria várias medidas de flexibilização da lei laboral, mas não ia tão longe. Agora vai.

Após meses de agonia, a família de uma mulher de 62 anos que morreu com cancro, teve uma surpresa quando chegou do funeral da ente-querida. Duas técnicas da Segurança Social queriam saber porque é que Maria Gomes faltou a uma junta médica.

Empreiteiro lucra 376 mil euros com doação à Câmara de S. João da Madeira: Foi um bom negócio para um empreiteiro e militante do PSD de S. João da Madeira: para a câmara permitir mais uma loja num edifício em construção, doou um terreno no valor de 23 mil euros. Castro Almeida, o autarca, foi acusado mas acabou agora ilibado. A este negócio, juntaram-se outros ingredientes que levantaram suspeitas: o empreiteiro é militante do PSD; as obras de construção terão começado sem licença; os serviços da Câmara não responderam devidamente às queixas de uma vizinha, dona de uma moradia, quanto ao facto de não ter sido respeitada a distância mínima de cinco metros entre os dois prédios; e, em 2005, o próprio Manuel Castro Almeida implantou ali a sua sede de campanha para as eleições autárquicas.

 

O Beira-Mar estranha o silêncio do Benfica, depois do apelo feito aos sócios encarnados para comparecerem no Municipal de Aveiro, no domingo.
 “Contávamos com uma reacção do clube quando pedimos aos seus adeptos para não fazerem um boicote ao jogo. Como já é do conhecimento público, dessa receita dependerá a nossa sobrevivência e é importante que a direcção do Benfica incentive os seus sócios a deslocarem-se a Aveiro”, sintetizou o líder António Regala, referindo, ainda assim, que a procura de bilhetes “tem vindo a crescer”.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Manuel Alegre | Notícias 01


Manuel Alegre | Notícias
 
 
Eu disse, repito e daqui até ao fim direi muito claramente: se eu for eleito Presidente da República, não permitirei que nenhum Governo, seja ele qual for, ponha em causa o serviço nacional de saúde, a escola pública, a segurança social pública, o conceito de justa causa.
Mensagem de Manuel Alegre aos Mandatários Fora de Portugal e às Comunidades
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MULTIMÉDIA

 
  Merkel está a desconstruir a Europa e isso é inaceitável  
 
  Precisamos de alguém na Presidência da República que saiba falar bem a língua portuguesa, que saiba o valor da palavra.  
Joana Melo Antunes apoia Manuel Alegre
     
 
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Numa campanha em pleno crescimento e mobilização

 

Manuel Alegre em Tavira num encontro com mais de 400 apoiantes

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  Manuel Alegre em Tavira num encontro com mais de 400 apoiantes  
 

"Apesar de haver quem não esteja  interessado em fazer emergir a eleição presidencial, esta mobilização num dia de semana, tal como em Coimbra, Viseu e Montalegre, demonstra que é possível ganhar esta eleição". Perante centenas de pessoas e aplausos, Alegre manifestou-se chocado com a situação dos 336 desempregados da Groundforce, com quem se encontrou, considerando "intolerável" a forma como foi feito o despedimento numa empresa pública.

 
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Manuel Alegre com dirigentes da Associação Académica de Coimbra

 

Não posso ser indiferente a uma manifestação organizada por estudantes

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  Manuel Alegre com dirigentes da Associação Académica de Coimbra  
 

No contexto da manifestação estudantil em Lisboa, Manuel Alegre encontrou-se esta tarde com dirigentes da Associação Académica de Coimbra, responsável pela organização da acção de protesto. O candidato manifestou-se preocupado com a redução das prestações sociais aos estudantes e deixou um apelo ao Governo para encontrar forma de evitar o abandono escolar.

 
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Encontro de Manuel Alegre com dirigentes da CIP

 

O desemprego é o nosso principal desperdício

 
  Encontro de Manuel Alegre com dirigentes da CIP  
 

Manuel Alegre defendeu a necessidade de "concertação" e de "diálogo" entre os diferentes parceiros sociais como uma das "condições de desenvolvimento" para sair da crise. Após uma reunião com dirigentes da Confederação Empresarial de Portugal, AIP, o candidato considerou que o desemprego é o "nosso principal desperdício" e que o seu combate passa pela criação de riqueza.

 
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Manuel Alegre visita Lugar de Centeeiras

 

É aqui que estão as nossas raízes, é aqui que está o Portugal profundo

 
  Manuel Alegre visita Lugar de Centeeiras  
 

A visita de Manuel Alegre exaltou esta manhã o pacato Lugar de Centeeiras, uma aldeia com 32 habitantes perdida entre as serras transmontanas de Torre de Moncorvo, onde ganhou em 2006 com 50% dos votos. Porque é "dever de um candidato a Presidente ir a todos os sítios de Portugal, por mais longe que sejam, por menos gente que tenham", afirmou.

 
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